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[ Paulo Corrêa é repórter. Já sapecou tinta no lendário jornal é!. Militou para o jornal O Esportista. Traficou textos para o site Tiro&Queda. Atuou na comunicação Sindicato dos Metalúrgicos de Limeira e Região. Escreveu para o Jornal de Limeira, faz frila para Gazeta de Piracicaba e hoje posa de blogueiro].


Mais aqui: 2001


Artigo : Perfil da imprensa de Limeira



Livro-reportagem "Caso SAAE: Bastidores da primeira concessão dos serviços de água e esgoto do Brasil". Publicação relata como o consórcio Águas de Limeira assumiu a concessão dos serviços de saneamento na cidade e aborda o papel do prefeito Jurandyr Paixão no maior escândalo político-administrativo do município do século passado

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Click para fazer download do livro-reportagem.






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online

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Em Pauta:



..5 anos no ar!...
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Sábado, Junho 28, 2008


Quintal, um predestinado

Luisenrique Quintal (DEM) deveria deixar de lado os discos do seu vizinho de porteira e amigo, Daniel e ouvir atentamente a canção "Love Is A Losing Game" (O amor é um jogo perdido) da excepcional Amy Winehouse.

Não sei se Quintal ama exatamente a política ou o seu jogo. Porém, ao supor que ele ame excessivamente ambos, já passou da hora do empresário compreender que o amor dele talvez seja um jogo perdido.

A cantora inglesa canta, dolorosamente, a história de um fracassado relacionamento.
Nos atos finais desse romance conturbado, ela perceber que o seu amor se transformou num "amor resignado". E só.

Resignação seria o ato mais inteligente na carreira político do agora pré-candidato ao governo de Limeira. Seria um gesto de sabedoria.
Os consecultivos fracassos nas urnas já deveriam tê-lo encorajado mudar o rumo da sua lenda pessoal - como diria o mago Paulo Coelho. Caso contrário será sempre conhecido como o rei dos fracassos eleitorais.

Quintal não consegue enxergar que o amor pela política (ou seu desejo de poder) é um jogo perdido para ele. Talvez, ele seja predestinado a ser conhecido como aquele que poderia ter sido e nunca foi por amar demais o jogo e não ter a perspicácia suficiente para jogá-lo.

Vídeo-clipe da Amy.




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Sexta-feira, Junho 27, 2008


Zovico blindado pela auto-censura dos veículos

Sentaram em cima da informação sobre a ação civil do Ministério Público Federal que quer caçar a concessão da Fundação Orlando José Zovico.

O vice-prefeito de Limeira e dono da emissora está blindado.

Zovico é o mais poderoso dono de veículo de comunicação da cidade. É temido e é ninguém tem a ousadia de contrariá-lo. A TV Jornal é uma potência e o vice-prefeito é muito, mas muito bem relacionado.

Um viscoso noveiro encobre o episódio como se fosse a materialização da censura branca imposta sobre um tema que é de interesse público. Não há como contestar.

O caso expõe a fragilidade da mídia local.

Bastava algo hard news, como fez o Jornal de Piracicaba , para noticiar o caso.
Mas não, preferiram passar pelo constragimento do jornalismo piracicabano noticiar uma reles proposta de ação civil.

São incontáveis o números de vezes que as mídias manchetam ações civis.

Contudo hoje, a imprensa paroquial se calou. Cada um ajudou o outro a vestir uma mordaça.

Seria honesto se a TV Jornal se posicionasse sobre caso. Um comunicado, breve e simples - semelhante aquela chatice da guerrinha de audiência entre ela e Mix Regional.

A consequência para a emissora será mínima, algumas milhares de centas de reais. Não será fechada, não pederá em faturamento. Uma ação de marketing seria até capaz de beneficiar a imagem da TV.

Como fez a editora Abril, sobre as entrevista da pré-candidata Marta Suplicy (PT) e do atual prefeito de São Paulo e candidato a reeleição, Gilberto Kassb (DEM).

Até a nossa imprensa local se atiçou, se indignou, rugiu sobre a censura imposta pelos juizes sobre a Folha e a editora Abril.
Censura não pode, mas auto-censura é permitido?

O conservadorismo desnecessário é mais que revelador sobre a identidade dessa cidade.
Ensimesmada e super-protetora com seus símbolos locais.

Esses tabus não se quebrarão com a vinda da Unicamp, com shopping e com nenhum novo empreendimento.
Limeira morrerá com eles e por causa deles.


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Quinta-feira, Junho 26, 2008


Império ameaçado: Procurador quer lacrar TV de Zovico

O procurador da República, Fausto Kozo Kosaka causou uma fausta dor de cabeça para o vice-prefeito de Limeira, Orlando Zovico e proprietário da TV Jornal. Na segunda-feira, informa a coluna do Daniel Castro na Folha, o procurador abalou a República do vice-prefeito ao entrar com uma ação cívil pública pedindo a cassação da emissora.

Uma porrada sem precedentes no maior império da comunicação de Limeira e um dos maiores do Interior do Estado.

O motivo não é difícil adivinhar. Programação de baixa qualidade, que não execer a função educativa, que é prerrogativa também de uma emissora mista, e segundo relata o colunista da Folha por exibir "cenas de nudez, sexo, violência explicita" no programa "A Hora da Verdade".

Castro ainda ironiza o programa: "suposto líder de audiência regional".

Por incompetência ou ignorância, o colunista só não disse que o DNA desumano tem como pai, o apresentador Geraldo Luis, hoje na Record.

Apesar de estar embasado, ação deve acabar em multa ou em acordo com a Procuradoria. Fechamento é um blefe. Zovico, chegou a admitir em entrevista ao colunista, que alguns programas cometem deslizes.

O vice-prefeito e vice-presidente da toda poderosa Abert chama de "deslize" mostrar um corpo carbonizado no ar no ar como foi o caso da estudante do curso de Direito do Isca Faculdade, Flávia Tetzner. A sociedade chama de atrocidade. Em País sério, a TV teria sido fechada naquele dia.



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A inédita política pública para inclusão dos chatos

A aprovação da lei de tolerância zero contra a ingestão de álcool está provocando uma revolução nas relações pessoais. O motivo maior é multa de R$ 1 mil imposta aos infratores.

No bojo dessa legislação antipática à população não há somente uma política pública voltada para Segurança e para Saúde.

A legislação perfaz um programa de reinserção de cidadãos que viviam no vazio da vida pública.

A criticada lei de tolerância zero é amplo programa de inclusão social dos amigos chatos.

Os camaradas malas que não consomem álcool e que antes eram propositalmente esquecidos para o happy hour, agora, são os primeiros a serem convovados para o birinight depois do batente.

Como não bebem, eles agora são tábua da salvação dos beberrões inveterados.

Os amigos chatos estão sendo disputados a tapa agora pelos grupos de colegas que antes o desprezavam. Agora são prestigiados, mimados e confraternizados.

Sim, o mundo dá volta.

O sentimento de constrangimento por beber suco de abacaxi com hortelã enquanto seus convivas mandavam ver na cachaça, na cerveja, em batidas, nos conhaques e olhavam com reprovação já passou.

Agora há um certo ar de orgulho, com uma espécie de revanche no ato. Portanto, não é só uma lei de tolerância zero ela também promove de maneira forçada a inclusão social... dos chatos.



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Terça-feira, Junho 24, 2008


Perseguição reforça identidade religiosa

Uma mulher de chador (véu usado pelas mulheres mulçumanas) caminha pelas ruas de Londres com uma sacola de compras nas mãos, quando um grupo de crianças sobre bicicletas começa a atirar papeis sobre ela.

Volte para o seu país, gritam o meninos ingleses. Em seguida uma senhora inglesa se aproxima dela e pede desculpas pelo ato intolerância da crianças.

A cena se passe no filme Yasmin - uma mulher, duas vidas (2004).

O pedido de desculpas não estava no roteiro. Mas riqueza do gesto da mulher londrina foi mantida no filme.
É retrato magnífico do mundo pós 11 de Setembro. Ser mulçumano havia se tornado um sinônimo de terrorista.

Essa idéia rudimentar nasceu do pensamento doentio da cupula do governo George Walker Bush e foi consumida instanteneamente pelo resto do planeta como a reformulação da antiga "nova ordem mundial".

A perseguição aos mulçumanos potencializou a necessidade de reforçar a identidade religiosa em algumas sociedades.
No Irã, por exemplo, muitas mulheres exigiram do governo um decreto determinando que o chador (véu) se tornasse obrigatório.

Conta a história que o uso do chador foi determinada por Maomé, após um homem ter visto o rosto de uma das suas mulheres sem a sua autorização.

No filme, a jovem Yasmim tenta conviver com dois mundos. No trabalho usa jeans e em casa o chador. Casa com um paquistanês - da qual ela tenta se divorciar várias vezes - obrigada pelo pai.

O marido, Faysal Husseini, é preso pela repressão policial apenas por ser mulçumano.
A perseguição no trabalho e injustiça cometida contra Faysal, reconcilia Yasmim com o Islã. Ela abonda o jeans e assume o chador.

Contudo, a repressão sobre as mulheres mulçamas é implacável em países conservadores como o paquistão.
A burca (vestimenta que cobre todo o corpo), os casamentos arranjados e a proíbição do trabalho são algumas dos símbolos da opressão vividas pelas mulheres em algumas sociedades islâmicas.


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Segunda-feira, Junho 23, 2008


As Jihad´s dos nossos morros

A Jihad oferece um resignificado existencial para os mulçumanos e reconstrói de tempo em tempos mitos sobre novos guerreiros santos. Cada martírio de um Mujahid multiplica a necessidade de combate aos cruzados - nós ateus, católicos, judeus, umbandistas.

Oportunistas, escreve o jornalista Ali Kamel, em seu livro "Sobre o Islã", distorcem ordens de ocasião determinadas por Maomé com objetivo de incitar o caos nos dias de hoje.

Certa vez, na iminência de serem atacados por bárbaros, o pai da religão ordenou a defensa e ampliação do Islã pela espada.

A expressão que tinha um caráter específico na época foi mutilada para atender interesses de radicais islâmicos ainda hoje. No qual, as perseguições aos mulçumanos não existem. Pelo menos até o advento do 11 de Setembro. Após, a xenofobia e a violenta teoria do medo patrocinada pela política xenófaba norte-americana se espalhou pelo mundo contra os arabes-mulçumanos.

Mas tornar-se um herói na comunidade é uma oportunidade de um jovem mulçumano, pobre, perpetuamente desempregado, sem perspectiva de um futuro se posicionar na comunidade.

A vida apática, como aquela retrata no filme Paradise Now , do diretor Abu-Assad, que mostra a vida desesperançada de dois jovens homens-bombas, é um dos combustíveis que conduz crianças e adolescente para o radicalismo islâmico.

Não é a principal razão. Há uma teia intrincada e complexa desvendada por estudiosos explicando como esses jovens são atraídos para o fundamentalismo. Eu não sou especialista, apenas exerço uma visão acanhada sobre o tema.

Contudo, a Jihad deles seduz tanto quanto as nossas famigeradas facções criminosas e agora as temerosas milícias nos morros e nas periferias. A Jihad daqui é pela imposição do narcotráfico.

Se lá um jovem árabe se suícida por dinheiro e pelo engradecimento das doutrinas Islâmicas e pelo desejo de edificar uma nação teocrática. Nas vielas, becos e esquinas daqui, crianças e adolescentes se recrutam muitas vezes para fugir da miséria, da fome, da falta de oportunidades e do desejo afirmação. E lógico, pelo sucesso da boca de fumo.

Update
Atualizado com link do filme.


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Domingo, Junho 22, 2008


O Islã e eu

Nenhuma religião até então havia me impulsionado a consumir literatura para saciar uma curiosidade descompromissada. O Islã tem produzido esse fenômeno intrigante.

O sentimento de estranheza trazido pelas sociedade mulçumanas na ótica ocidental é justificada pelo desprezo deles pela modernidade. Um tempo tão idolatrado pela maioria da humanidade.

O impasse é a pólvora política para as constantes explosões entre os dois mundos.
E mesmo lendo um conteúdo razoável sobre a religião fundada por Maomé, gradativamente um vento de través sopra minha pequena curiosidade para bem longe de Meca.

Multifacetado dentro de duas facções religiosas os sunitas (o que apoiam a eleição dos califas) e os xiitas (que pregam que o califado transmitido aos descentendes do profeta Maomé após sua morte), os teólogos, políticos e pensadores mulçumanos buscar conformar todo sincretismo existente no Islã para fundar uma nação anti-secularista e teocrática.


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Sábado, Junho 21, 2008


Por uma cidade melhor

Não aprendi a ser desonesto a ponto de me sentir seguro e praticar com desenvoltura atrocidades por ai. Para ser bem franco, sou covarde quando se trata de ludibriar, iludir e destratar alguém.

Embora a desonestidade seja uma ciência de ótima capacidade de aprendizado, enfrento um déficit cognitivo para assimilar as bases desse estilo de vida.

O bloqueio pode ter haver com meu caráter ou por ser um otário.

Ser otário, numa cidade de malandros, é uma das mais altas honrarias que se pode receber de amigos e desafetos.
Se um grupo de pessoas estiver conversando na rua e apontar acintosamente para você e dizer: - Olha lá, lá vai mais um otário!

Agradeça, dê um aceno e um largo sorriso. É um sinal da sua integridade, do seu espírito transparente e que você respeita os outros seres humanos. No fim de tudo, é isso que os desonesto querem lhe dizer.
Porém, não conseguem pela força da mediocridade que solapam suas vidas.

Por isso, ao chegar em casa, diga para seu filho com olhos lacrimejando: - Filho, teu pai tem orgulho de ser otário.

Assim a criança dialogará sempre com esse desejo de crescer e no futuro ser um grande otário como foi seu pai, seu avô e seu bisaavô. Só assim, faremos uma cidade melhor, repleta de otários e otárias.


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Quinta-feira, Junho 19, 2008



Félix firmou contrato com 27 entidades do terceiro setor no ano passado

O Tribunal de Contas do Estado identificou 23 contratos do governo Silvio Félix (PDT) com Organização Não-Governamentais.

Esse trabalho faz parte do cerco feito pelo TCE sobre as suspeitas de irregularidades nos convênios firmados entre entidades do terceiro setor e prefeitura, governo estaduais e União.

O contratação mais volumosa feita pela prefeitura foi firmada com a Intehra - do Sistema Único de Saúde - no valor de R$ 5 milhões. Não é especificado no documento a finalidade deste projeto.

Os dados são do exercício de 2007.
Segue o link para os interessados.



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Terça-feira, Junho 17, 2008



Dunga!