[ Paulo Corrêa é repórter.
Já sapecou tinta no lendário jornal "é!".
Militou para o jornal "O Esportista".
Traficou textos para o site Tiro&Queda.
Atuou na comunicação Sindicato dos
Metalúrgicos de Limeira e Região.
Escreveu para o Jornal de Limeira. Fez frila
para a Gazeta de Piracicaba, Valeparaibano e
hoje posa de blogueiro].
Mais aqui: 2001 Artigo : Perfil da imprensa de Limeira Livro-reportagem "Caso SAAE: Bastidores da primeira concessão dos serviços de água e esgoto do Brasil". Publicação relata como o consórcio Águas de Limeira assumiu a concessão dos serviços de saneamento na cidade e aborda o papel do prefeito Jurandyr Paixão no maior escândalo político-administrativo do município do século passado Click para fazer download do livro-reportagem. ________________________ ________________________ online ________________________ Seu voto ![]() Lusenrique Quintal Samuel Gachet Silvio Félix _______________________ ![]() ________________________ ________________________ Em Pauta:
![]() Cristiano Kock Vitta 2 ![]() _____________________ |
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Terça-feira, Setembro 30, 2008
Justiça bloqueia contas do ex-secretário Flávio Pardi O ex-secretário do governo Silvio Félix (PDT), Flávio Aparecido Pardi está com todas suas contas bancárias bloqueadas no País por determinação do juiz da 2º Vara Cívil de Limeira, Rilton José Domingues. Pardi terá que pagar aproximadamente R$ 7 mil após perder o processo em segunda instância. Ele não pode recorrer por ter pedido o prazo. O ex-secretário de Félix ajuizou em agosto de 2006, contra o jornalista João Leonardi uma ação por danos morais e pediu indenização pelo fato de ter sido divulgado no blog "Olho Vivo" que ele era réu em processo na capital relacionado ao escândalo da Saúde no governo Celso Pitta (PP). Ação foi julgada improcedente pelo juiz da 2º Vara em abril de 2007. O valor da causa movida pelo ex-secretário do governo Félix está estipulada em R$ 35 mil. Histórico a) Pardi entrou em rota de colisão com a secretária de Saúde, Elza Tank, em virtude da prorrogação do contrato com a Unifarma. Ele se recusou a assinar o contrato. Elza insistia em fazê-lo. Pouco tempo depois foi exonerado do cargo. Ele chegou a ser a convidado a depor na Comissão de Fiscalização dos Atos do Poder Executivo na Câmara para explicar a contradição da prorrogação. O paradeiro do ex-secretário de Félix é desconhecido. b) O secretário de Administração do governo Silvio Félix (PDT), Flávio Aparecido Pardi, está mergulhado em um escândalo político-administrativo no setor da Saúde na Capital. Pardi é acusado em ação civil pública, movida pelo Ministério Público (MP) de São Paulo, de cobrar propina de 15% a 25% sobre o faturamento de prestadores de serviços contratados pela Cooperativa dos Profissionais de Saúde de Nível Superior (Cooperpas 2). Os fatos teriam ocorrido durante o governo de Celso Pitta (97-2000). Segunda-feira, Setembro 29, 2008
Agora, Félix é investigado pela justiça federal por sonegar imposto ![]() Após ser réu em três ações de improbidade administrativa, candidato a reeleição e prefeito Silvio Félix (PDT) responde a processo penal e está encrencado com fisco O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o candidato a reeleição e prefeito de Limeira, Silvio Félix da Silva (PDT) à justiça federal por cometer crime contra ordem tributária. Uma ação foi ajuizada pela procuradora regional da República, Jovelina Gomes do Nascimento no 3º Tribunal Regional Federal (TRF-3) no último dia 26 de agosto para investigar a suposta fraude tributária cometida por Félix contra o fisco federal. O processo aberto há um mês está tramitando no gabinete da desembargadora federal Diva Prestes Marcondes Malerbi do TRF-3. Félix foi incluso nos artigos de 1º a 3º da Lei de Sonegação Fiscal (Lei 4.729/65) e no 1º artigo legislação de crime contra a ordem tributária e contra relações de consumo (Lei 8.137). Pena A pena prevista por fraudar o fisco federal é de dois a cinco anos de prisão, mais multa. Não foi divulgado o valor da possível fraude e nem quanto tempo o prefeito, em tese, estaria cometendo esse "crime do colarinho branco". O MPF arrolou Félix no artigo 3º da Lei de Sonegação Fiscal, que trata dos crimes cometidos por funcionários públicos por obtenção de vantagem indevida, assim como patrocinar direta ou indiretamente o interesse privado na administração pública. O acusado de sonegação recorre em crime ao omitir informação, ou prestar declaração falsa as autoridades fazendárias. Outra ilegalidade cometida por quem pratica esse crime é falsificar ou alterar notas fiscais, duplicadas, notas de venda ou qualquer outro documento relativo à operação tributável. Fichado Félix aparece na "ficha suja" divulgada pela Associação dos Magistrados do Brasil (AMB). O prefeito é réu em três ações do Ministério Público que apontam crime de improbidade administrativa. Veja as ações divulgada pela AMB: 1) AÇÃO CIVIL PÚBLICA Nº 320.01.2005.020345-7 – VARA DA FAZENDA PÚBLICA DE LIMEIRA – IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA 2) AÇÃO CIVIL PÚBLICA Nº 320.01.2006.023093-0 – VARA DA FAZENDA PÚBLICA DE LIMEIRA – IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA OBS: AÇÃO JULGADA PARCIALMENTE PROCEDENTE EM PRIMEIRO GRAU. O CANDIDATO INTERPÔS RECURSO AO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO. AGUARDA JULGAMENTO DA APELAÇÃO. 3) AÇÃO CIVIL PÚBLICA Nº 320.01.2006.008527-3 – VARA DA FAZENDA PÚBLICA DE LIMEIRA – IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA Retorno Foi feito contato com MPF e com TRF-3 para obter mais informações sobre as acusações, no entanto não houve retorno. Sábado, Setembro 27, 2008
Blog do repórter Rafael Sereno antecipa liminar concedida pela justiça federal contra TV Jornal A Justiça Federal aceitou os efeitos de liminar pedidos pelo procurador da República do Ministério Público Federal (MPF) em Piracicaba, Fausto Kozo Kosaka, contra a Fundação Orlando Zovico, mantenedora da TV Jornal. O despacho foi assinado ontem e deve ser publicado nos próximos dias no Diário da Justiça. A liminar pedia a suspensão imediata da exibição do programa "A Hora da Verdade", hoje comandado pelo apresentar Kléber Leite, por apresentar formato incompatível com os fins educativos previstos no contrato de concessão e da legislação. Os pedidos de efeitos de tutela antecipada incluía ainda: a) Readequação imediata de todos os programas exibidos no canal à finalidade educativa; b) Proibição de mostrar imagens e conteúdos ofensivos à moral, aos bons costumes ou com apelo sexual, palavras de baixo calão, imagens de presos, em especial de crianças e adolescentes, de modo a expô-los de maneira vexatória; c) Abstenção de celebrar contratos publicitários; d) Veiculação, antes da exibição de cada programa, de uma mensagem escrita, com prazo de duração não inferior a 30 segundos, informando resumidamente as obrigações impostas pela decisão judicial; e) Impedir a Fundação Orlando Zovico de transferir sua concessão ao Sistema Jornal de Rádio e Televisão e ao Sistema Jornal de Rádio; f) Determinar a Anatel o cumprimento da obrigação de fiscalizar e a acompanhar permanentemente a TV quanto ao contrato de concessão; g) Que a Fundação Orlando Zovico seja somente a concessionária no processo, diante da "simbiose" existente entre as empresas criadas pelo vice-prefeito. O descumprimento da ordem judicial previsto é multa, que não deve ser inferior a R$ 10 mil por dia. O valor exato estipulado pela Justiça será conhecido na publicação do Diário da Justiça. A conferir nos próximos dias Quinta-feira, Setembro 25, 2008
Florisvaldo Almeida Lopes, o Bahia Ele poderia ser um homem bonito. Tem uma boa altura, uma voz de tornado, uma barba grossa e um corpo esguio. A pele negra é harmônica com a cor dos seus olhos. Olhar avermelhado e sempre pedindo alguma coisa como atenção, cigarro, isqueiro, um trocado, um gole de cerveja... De alguma maneira o flanelinha, Florisvaldo Almeida Lopes, 41 anos, conhecido como Bahia, perdeu os dentes da frente. Alguns estão em avançado estado de podridão. Queda, briga ou relaxo. Todas as coisas juntas talvez, não importa. Ele não liga pois já não dá valor para nada desde que perdeu Vânia (nome fictício). Ela traiu Florisvaldo e por isso Florisvaldo criou o Bahia. Os dois não cabem dentro do mesmo corpo e são diametralmente opostos. "Tenho um filho de 18 anos, uma vez disse para ele que ele nasceu duas vezes... eu ia cometer um duplo assassinato", contou balançando o tronco, apontando o dedo indicador na minha cara e com olhos um pouco enraivecidos. Bahia conta que Florisvaldo trabalhava numa firma de carvoaria em Limeira (uma informação duvidosa, não conheço nenhuma). Chegou na cidade depois de decidir ganhar à vida no sul do país, assim como vez seus irmãos mais velhos - todos ex-cortadores de sisal , num pequeno lugarejo ao redor de Feira de Santana, na Bahia. Passou uma temporada em Ribeirão Preto, foi experiência tão maldita que ele nem gosta de contar. Passou por Campinas, o que ele fez por lá, ele também não estava interessado em dizer. Por fim, chegou em Limeira. "Aqui eu gostei", explicou sem meandros. Talvez por ter conhecido Vânia durante suas incursões nos prostíbulos da área central. Decidiu tirar a mulher do mundo cão e se "amigar". Uma idéia que todos os amigos reprovavam. "Meu irmão, pra mim, passado é passado. O que interessa é o futuro", era resposta que ele tava para os amigos. Florisvaldo estava apaixonado. Fez um esforço danado e comprou um fogão, um colchão e o passo seguinte, seria uma geladeira. "A gente tava crescendo. Quando eu chegava em casa eu não trazia comprinha de super-mercado não. Eu mandava a Kombi do supermercado trazer. A vizinhança ficava tudo de olho, tudo com inveja...", disse, para demonstrar que era um homem promissor. Contudo, mais de uma vez, ao chegar do trabalho Florisvaldo flagrou a mulher no bar da esquina na Vila Cavinatto. Não era coisa direita. Novamente vinha os amigos dizer que a companheira dele não prestava. "Vinha gente dizendo que já tinha comido... eu falava: "mermão, passado é passado. O que vale para mim é o agora". Florisvaldo tinha ciúmes de Vania. Mas uma das coisas que mais curtia na vida ela estar com ela, queimar uma baseado em casa, falar dos planos de comprar uma geladeira e prosseguir na vida. Quando flagrou sua parceira com um dos seus melhores amigos transando dentro da casa dele, em cima do colchão que ele tinha comprado, Florisvaldo desmoronou. Falou em ter cometido um crime. Resmungou sobre facadas, sangue, cruzou os braços como um rapper, olhou para avenida Limeira-Piracicaba, e emudeceu. Bahia sempre veste uma jaqueta preta do Corinthians. Um moletom também do Corinthians. Um gorro do Corinthians. Dança break na avenida Piracicaba para chamar atenção e conseguir um gole de cerveja. Usa quase todo tipo de droga. Quase sempre cheira mal. Esse é o personagem que o Florisvaldo, o menino que cortava sisal na Bahia, inventou para ir sobrevivendo. Terça-feira, Setembro 23, 2008
Ficha suja incomodou, mas oposição (mais uma vez) não soube capitalizar O candidato à reeleição, o prefeito Silvio Félix (PDT) não soube responder de maneira didática aos seus eleitores menos convictos o motivo pelo qual seu nome aparece na "lista suja" da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB). Félix usou termos como o "TCE", "recorrer" e outras siglas que o eleitorado está pouco habituado e a grande parte ignora seu significado. Se tivesse ignorado ou emitido mera nota explicativa no sentido de que nenhum processo foi transitado e julgado, caberia melhor. Errou ao não fazê-lo em seu horário na tevê. Mas a oposição capitalizou pouco a informação. Deu aquela ajudinha de sempre. Se houvesse uma inteligência maior dentro da colicação do DEM, alguém tentaria articular com o PT do sindicalista Osmar Lopes, ao PC do B, da estudantes de direito Ana Carolina e ao PSOL, do psicólogo Samuel Gachet uma abordagem em conjunto do tema. Todos se beneficiariam. Mas estratégia é uma palavra que não existe no vocabulário deles. Félix e sua trupe agradece. Segunda-feira, Setembro 22, 2008
Na reta final do pleito, TRE libera campaha no Orkut O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) liberou a manifestação de apoio à candidatura no site de relacionamento denominado Orkut. Mas o debate ainda deve prosseguir para análise do Tribunal Superiro Eleitoral (TSE). Leia o texto que foi divulgado no último dia 18. A decisão veio tarde, por isso muitos candidatos preferiram criar no próprio site da campanha uma estrutura semelhante ao site de relacionamento. como fez o Kassab em sua Rede25. A informação foi passada por uma das cinco pessoas que acessam o blog. É que no dia anterior, eu havia publicado um post mostrando que pelo menos quatro candidatos a vereadores, dos atuais 80, faziam campanha por meio do site de relacionamento. A decisão do juiz do TRE, Flávio Yarsell, é clara com relação a liberação da "declaração de apoio", no entanto, pelo menos no texto da assessoria de comunicação do órgão, a decisão deixa duvidas em relação a utlização de outras ferramentas como o "Myspace", por exemplo, ou Delicius. Será que pode? Os candidatos poderiam produzir um vídeo de campanha e "linká-lo" na conta do orkut por meio do YouTube? A assessoria político partidária poderia fazer uso do abominável "spam" com endereços das contas dos usuários? Desse modo, qual seria o argumento para proibição do mail-marketing? Por exemplo, o manager da campanha do Barak Obama, David Ploufe, me manda e-mail toda semana pedindo para eu contribuir financeiramente para que o democrata seja eleito. (Se ele soubesse do buraco negro das minhas contas, não teria essa coragem). O candidato pode fazer campanha de arrecadação de fundos pelo orkut? Os especialista de plantão, sempre eles, alegam que o marco-legal para o uso da Internet em campanha eleitoral só deverá estar pronto durante as eleições presidenciais. Esperemos. Sexta-feira, Setembro 19, 2008
Problemas domésticos no PV, PTB e PMDB deve comprometer votação nas urnas Os caçiques políticos do PV, PTB e PMDB enfrentam um problema doméstico seríssimo a pouco mais de 15 da votação: a falta de entusiasmo para fazer campanha de alguns "puxadores de voto" em bairros tradicionais e populosos em Limeira. Os partidos capitaneados por políticos tradicionais como César Cortez, Elza Tank e José Henrique Pilon ao privilegiarem suas candidaturas e de alguns outros acabaram minando o entusiasmo do chamado "baixo clero" e com isso, possivelmente, minando a votação da legenda. Principalmente a ex-secretária da Saúde, Elza Tank, que possue apenas ela e a candidata a reeleição, Nilce Segalla, com forte potencial de voto. Os demais candidatos ficaram em terceiro plano em relação material para campanha. Quem se destacou na campanha passada como candidato a vereador, Toninho Franco do PV, este ano parece andar bastante descontete com rumos do partido, por este motivo pouco fez em termos eleitorais. No PMDB, Pilon tem um tempo recorde no programa eleitoral, dois minutos, esse privilégio desentusiasmou os demais candidatos. Resolvi problemas vitais como esse há quinze dias da votação do dia 5 de outubro é praticamente impossível. O resultado nas urnas vai mostrar se os partidos conseguiram uma saída satisfatória ou se aprofundaram mais ainda suas crises internas na apuração dos votos. Quinta-feira, Setembro 18, 2008
PR exibe músculatura surpreendente na campanha eleitoral O Partido da República (PR) trabalha para abocanhar pelo menos três cadeiras no Legislativo limeirense. Facilmente deve atingir o índice de 10.500 a 11 mil votos. Com nomes fortes (com mais de 600 votos nas eleições de 2004) e cofre cheio (uma das melhores estruturas de campanha) fazem da agremiação partidária um potência eleitoral neste ano. Mas o que está por trás da musculatura eleitoral do PR? Fundo partidário? Doações de empresários? Bons padrinhos no Legislativo estadual? De onde vem à força do PR? O PR garantiu aos seus candidatos-chaves forte apoio institucional com material de campanha. Convenhamos, não foi só por "alinhamento ideológico" que o candidato à reeleição, Joaquim Raposo, se mudou de mala e cuia para a sigla. Alguns candidatos do PR já distribuíram mais de 100 mil folhetos de propaganda. Um volume impressionante. Guiado pela mão forte do candidato a reeleição Miguel Lombardi e operado pelo presidente do Serviço de Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), Renê Aparecido Franco Soares, o PR deve chegar em 2009, com poder barganhar mais duas Secretarias. O "boom" do PR chamou até atenção do presidente da Câmara, Eliseu Daniel dos Santos, que antes de sair do PSDB, para ir para o PDT, teria flertado com o Partido da República. Mas foi rejeitado pela cúpula. A força eleitoral tem preocupado tanto os outros partidos que o PSDB, por meio do candidato Valmir Caetano, já protocolou mais de 10 ações na justiça contra o partido. Só basta saber se competência da máquina eleitoral será benéfica quando se trata da defesa dos direitos do cidadão, fiscalização e ética. Quarta-feira, Setembro 17, 2008
Fora da lei Tem candidato a vereador insistindo em fazer campanha pela Internet, mesmo com a proibição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Eu sou contrário a camisa-de-força imposta pela justiça eleitoral em torno da publicidade eleitoral na Web. Apesar do descontetamento de muitos, a legislação deve ser cumprida. A legislação só não é clara quanto a penalidades quando um apoiador de um candidato, realiza por livre e espontânea vontade, esse tipo de divulgação. ![]() ![]() ![]() Terça-feira, Setembro 16, 2008
Veja a movimentação dos candidatos à reeleição O vereador e candidato a reeleição, Carlos Gomes Ferraresi (PDT) arrecadou R$ 18.089,30. A despesa total dele foi de R$ 16.639. O Ferraresi gastou mais com impressos. O médico Fausto Antônio de Paula (PDT) arrecadou R$ 25.736,35. Gastou desse montante R$ 23.644,34 com despesas postais, combustível e material impresso. O candidato declarou ter gasto R$ 8.524,30 em publicidade desses materiais. O vereador José Joaquim Raposo gastou mais do que arrecadou. O candidato, que declarou não possuir bens ao TSE, disse ter em caixa R$ 10.429,30, no entanto, acabou gastando R$ 20.041,30. O Tarcílio Bosco (PSB) declarou ter gasto apenas R$ 6.732 durante a campanha. Ele arrecadou R$ 700 a menos. O advogado sergipano Almir Pedro dos Santos (PSDB), componente da bancada evangélica da Câmara, arrecadou R$ 9.532,12 e gastou desse volume R$ 8.229,62. O candidato declarou não ter colocado um centavo do próprio bolso na campanha. Os recursos vieram de pessoas físicas e jurídicas. O petista Nelson Caldeiras, que está em baixa no partido, arrecadou R$ 6.923,02 e investiu R$ 6.796,52 do arrecadado. A maior parte desses recursos o candidato despejou na fabricação de material impresso. Foram gastos R$ 5.403,00. Para tentar repetir a gorda votação que teve na campanha passada, Elza Sophia Tank Moya (PTB), arrecadou R$ 29.364,30. Ela declarou a justiça eleitoral que R$ 25.400 foram provenientes de doações. O total de despesa dele foi de R$ 26.197,79. Ao contrário dos demais candidatos que preferiram publicar o material impresso, Elza preferiu investir publicidade por placas, faixas e estandartes. Desembolsou R$ 2.992,30. A advogada Iraciara das Dores Basseto Barollo Sagioro (PV), arregimentou para sua campanha R$ 13.157,70 e aplicou R$ 12.876,20. A candidata apostou na mala-direta para fazer campanha e gastou R$ 4.718,40. Iraciara, dos candidatos que apareceram na segunda parcial de prestação de contas, foi a que mais investiu do próprio bolso. Declarou ter investido R$ 4.350,00. O petista José Carlos Pinto arrecadou R$ 10.303,02 para sua campanha de reeleição, mas gastou, conforme dados da segunda parcial, R$ 8.350,00. As declarações dos candidatos a reeleição na Câmara, Carlinhos Silva (DPT), Eliseu Daniel (PDT), Miguel Lombardi (PR), Lu Bogo ainda não estão disponíveis. Sexta-feira, Setembro 12, 2008
Projeto de reeleição custou até agora para cada vereador R$ 16 mil César Cortez (PV) faz a "campanha do milhão" com R$ 60 mil enquanto Nilce faz a do "tostão" com R$ 6 mil A segunda declaração parcial de gastos feita por 11 vereadores candidatos a reeleição revela que em média cada um gastou, a pouco mais de 20 dias para eleição, R$ 16 mil. Pelo menos um candidato a reeleição movimentou recursos semelhantes ao declarado pelo prefeiturável Lusenrique Quintal (DEM). Três prestações contas ainda não estão disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O volume de dinheiro arrecado pelos vereadores candidatos a reeleição atinge a cifra de R$ 197.613,07. Desse montante já foram gastos na campanha R$ 182.342,01. Chama atenção o fato da bancada dos médicos no Legislativo limeirense, composta por quatro parlamentares, ter angariado R$ 115,681,75. A maior parte dos gastos feito pelos candidatos a releição refere-se a publicidade de material impresso em jornais e revistas. Outro dado importante na prestação de contas é que apenas o vereador César Cortez (PT), dos 11 candidatos analisados, declarou oficialmente o valor da folha de pagamento dos cabos eleitorais. Os demais não informaram o valor dessa despesa. Considerado o "Tio Patinhas" entre os candidatos a reeleição, Cortez declarou ao TSE ter arrecadado para sua campanha R$ 61.426,80. Ele utilizou R$ 47.609,46 do que arrecadou. O valor é próximo do informado pelo candidato a prefeito Lusenrique Quintal (DEM) que é de R$ 53.752,97.
A "campanha do tostão" quem faz é a delegada Nilce Segalla (PTB). Ele declarou ter arrecado e ter gastos R$ 6.619,30. Quinta-feira, Setembro 11, 2008
PMDB, PSDB e PTB privilegiam candidaturas de luxo Com dois minutos de exposição, o ex-vereador José Henrique Pilon (PMDB) é o candidato que mais esbanja tempo no horário eleitoral gratuito. O privilégio do peemedebista gera um certo desconforto entre os demais concorrente a um cargo na Câmara Municipal. No PSDB quem figura no estrelato no ninho tucano é o advogado Valmir Aparecido Caetano. O maior oposicionista do governo Silvio Félix (PDT) contou até com um depoimento do ex-prefeito Pedro Kulh em declarado apoio. O ex-prefeito chega próximo a uma garfe ao exaltar a característica "voluntária" do tucano. Sempre foi levantado suspeita o fator de Caetano ter sido o "assessor informal" das gestões do PSDB em Limeira. Para quem informou que se tornou candidato "por acaso", o advogado tem apostado bem alto no seu retorno ao Legislativo. A ex-secretária de Saúde, Elza Tank (PTB) abocanha boa fatia do tempo de tevê no horário eleitoral. A catastrófica coligação com o PTB foi um dos motivos pelos quais Pilon não conseguiu ser eleito. Elza, com seu estilo particular, não muda o tom do discurso durante o horário eleitoral. O expressivo desempenho nas urnas nas eleições de 2004, deve ser repetir este ano. Quarta-feira, Setembro 10, 2008
Batatinha do Museu, Bel do Paraguai e Pé de Pano: candidatos soltam a criatividade na busca pelo voto O eleitorado limeirense tem 180 nomes a disposição para à Câmara Municipal. Como a disputa entre eles é acirrada, na hora de definir os nomes para campanha cada um escolheu a alcunha pelo qual é mais conhecido. Bom, nem sempre a escolha é baseada no bom senso e varia conforme a estratégia de marketing extremamente heterodoxa do candidato. O resultado você confere a seguir. Aproveite e eleja o mais criativo, estranho e initeligível. Estou entre O Batatinha do Muse e o Pé de Pano. ABIDENOR RODRIGUES BIDA ADAUTO BATISTA RIBEIRO ADAUTO RIBEIRO (LEITEIRO) ADEILDO ANTONIO DA SILVA ADEILDO DA ESCORA ADEMIR LAURO DE ASSIS TURIBA ANTONIO CARLOS LIMA LIMA DO INSS ANTONIO ORESTES OLIVEIRA ORESTES PÉ DE PANO ARISTOTELES XIMENEZ NETTO NETTO(TIGRAO) PROF.NETTO ARLETE APARECIDA LUCIETTO VALERIO ARLETE DO CAFEZINHO ISABEL CECILIA DA COSTA DE CAMPOS BEL DO PARAGUAI MAURICIO DONIZETTI DIAS BATATINHA DO MUSEU, BATATINHA Terça-feira, Setembro 09, 2008
Na TV, Félix vibra por obra inacabada, Quintal propõe o óbvio e o PT tenta pegar carona no governo Lula O candidato a reeleição Silvio Félix (PDT) citou no último programa no horário eleitoral gratuito que venceu muitos desafios como a "duplicação da passagem da Ponte Preta". A obra iniciada no primeiro semestre desse ano sequer foi concluída, embora esteja na fase final. Contudo, o candidato já computa como benefício já disponível à população. Félix, abordou fortemente a questão da duplicação do anel viário. Pelo tom do discurso, o anel viário parece já está duplicado. Não é bem assim. Foi um mérito do governo do PTD desapropriar e iniciar às obras de terraplanagem. Félix está certo ao afirmar "o governo meteu o peito e fez". Contudo, é preciso ter cautela. Com tempo para esbanjar no horário eleitoral da tevê, Félix usou parte dos seus minutos para atacar as administrações do PSDB (Pedro Kuhl e José Carlos Pejon). O candidato disse que os governo anteriores "comeram bola" junto a concessionária e ao governo do Estado ao não garantir a duplicação do trecho. Há pelo menos três anos ele repete o mesmo discurso. Por outro lado, Lusenrique Quintal (DEM) abordou com mérito, mas com rasa profundidade, o problema da falta de áreas de lazer para jovens na cidade. Coletou bons depoimentos de jovens insatisfeitos com a situação, mas perdeu a oportunidade de esclarecer para esse público suas propostas. Falou evasivamente em descentralizar os cursos de arte para periferia. Quintal choveu no molhado. A idéia é boa, mas não é inovodora. 0 próprio governo atual já vem fazendo isso de modo tímido. Quintal Ao encontrar um posto de saúde repleto de idosos indignados com a precariedade do atendimento, mais uma vez o candidato do DEM, desperdiçou uma oportunidade de se diferenciar de Félix. Em seu plano de governo o candidato repete um discurso semelhante ao do seu principal concorrente que é "ampliar o programa da saúde da família". A cidade tem demanda por novos postos de saúde em pelo menos três regiões, Quintal, como "administrador", deveria tocar neste assunto, mas não se compromete. Prefere o discurso fácil do "mais verba para à saúde". Diga-se de passagem que é elogiável a atitude do empresário em disponibilizar o seu Plano de Governo no site da campanha. Osmar Já o programa do candidato do PT, Osmar Lopes, preferiu apostar na vinda do senador Eduardo Suplicy para tratar da agenda do senador que é a renda mínima numa tentativa de surfar na popularidade do governo Lula. Mas e a agenda de Limeira, qual é mesmo? O candidato do PSOL, Samuel Gachet, tocou num tema importante: cooperativa para trabalhadores de jóias. Porém, sem uma visão inovadora. Segunda-feira, Setembro 08, 2008
Gastos oficiais dos prefeitos somam R$ 311 mil Os candidatos a prefeitos de Limeira despejaram oficialmente R$ 311.730,61 na disputa eleitoral até o último sábado, data prevista para entrega da segunda parcial de prestação de contas dos candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Apenas as declaração dos candidatos Lusenrique Quintal (DEM), Osmar Lopes (PT) e Silvio Félix (PDT) estavam disponíveis hoje à tarde no site do TSE. Desse volume total, Félix, candidato a reeleição, injentou R$ 238.438,24. A despesa representa 77% do volume total de gastos declarados. O candidato do DEM, Quintal, o que tem maior patrimônio entre os majoritários, informou ter gastado R$ 53 mil em sua cruzado para ser prefeito de Limeira - ou seja, 17% dos gastos totais. Lopes, candidato do PT, participa do bolo com 6% da fatia, tendo gasto R$ 19 mil. Em 2004, o PT, declarou ter desembolsado oficialmente R$ 26.599,88. Rei dos impressos Na campanha de 2004, Félix investiu oficialmente R$ 442.698,67, conforme foi declarado pelo seu comitê financeiro na época. Para ultrapassar esse valor, Félix deveria desembolsar mais de R$ 204 mil nesta reta final da campanha. Só de materiais impressos foram gastos R$ 100 mil. Perdulário O instinto perdulário do empresário da ramo de comunicação e das bijouterias desapareceu. Quintal apostou R$ 498.010,54 durante toda campanha em 2004. Os atuais R$ 53 mil que ele informa ter gastado, sequer é o valor pago pelo empresário pelo show do cantor Daniel (R$ 61 mil), nas eleições passadas quando obteve aproximadamente 25 mil votos. Domingo, Setembro 07, 2008
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Sexta-feira, Setembro 05, 2008
Eleitores confiam em candidatos que não divulgam patrimônio? Qual motivo que um candidato a vereador teria para esconder o volume do seu patrimônio? No mínimo, trata-se de uma atitude suspeita, nada transparente e a rigor desrespeitosa com eleitorado. Não se trata de bisbilhotice. A obrigatoriedade das declarações serve para inibir ações de políticos que utilizam cargos eletivos para enriquecer iliticamente. O pedido de informação da Justiça Eleitoral é um dado de interesse público. Importante: as declarações dos candidatos devem ser compatíveis com a declaração do Imposto de Renda. Não é novidade que muitos politiqueiros usam o nome da esposa, de sobrinhos, filhos e omitem possuir qualquer tipo de patrimônio. Mas com que intuito? O que eles querem esconder? É lamentável que três vereadores candidatos a reeleição em Limeira terem informado não possuir patrimônio. O médico cardiologista Joaquim Raposo (PR), a delegada Nilce Segalla (PT) e o petista Nelson Caldeiras dão péssimo exemplo e não contribuem de forma transparente ao processe eleitoral. A pergunta que fica é: Quanto esses vereadores declararam ter em patrimônio nas eleições 2004? Esse comportamento é desabonador, principalmente para quem já é um parlamentar. A seguir estão as declarações dos candidatos a reeleição da Câmara. Almir Pedro dos Santos (PSDB) O sergipano Almir Pedro dos Santos (PSDB) informou durante o processo de registro de candidaturas a Justila Eleitoral que possuí um patrimônio estimado em R$ 53.621,41. O tucano pertence a coligação "Limeira para Todos" Antônio César Cortez (PV) O médico declarou durante o processo de registro de candidatura ter um patrimônio estimado em R$ 2.058,00. Ele pertence a coligação "A Semente do Futuro" composta pelos partidos PT do B - PV Carlinhos Silva (PDT) O vereador governista, da coligação PDT-PRP-PSL, declarou ter em patrimônio avaliado em R$ 57.486,00 Carlos Gomes Ferraresi (PDT) O presidente da Comissão de Fiscalização dos Atos do Executivo, Carlos Gomes Ferraresi, da coligação PDT-PRP-PSL, informou possuir bens na ordem de R$ 932.171,96 Eliseu Daniel dos Santos (PDT) O patrimônio do presidente da Câmara, Eliseu Daniel dos Santos (PDT), seria de R$ 252.705,98, informou o advogado ao TSE. Eliseu chegou a declarar seu conhecido ônibus Mercedez-Bens, ano 80, avaliado em R$ 14 mil. Elza Tank (PTB) A veterena vereador Elza Tank e até então Secretaria da Saúde, Elza Tank (PTB), da coligação "Limeira, nossa terra, nossa história", composta pelos partidos PTB-PRB-PP-PPS-PCdoB, declarou ter um patrimônio avaliado em R$ 154.862,70 Iraciara Basseto (PV) A vereadora da bancada dos evangélicos, nova membro do Partido Verde (PV) de Limeira, alegou ter um patrimônio de aproximadamente de R$ 176 MIL José Carlos Pinto (PT) O sindicalista e vereador José Carlos Pinto de Oliveira (PT), da coligação "Frente Democrática e Popular" apresentou a justiça eleittoral bens avaliados em R$ 199.543,60 Joaquim Raposo (PR) O médico José Joaquim Raposo Fernandes Filho, filiado ao PR, declarou a justiça eleitoral não possuir bens. Ele pertence a coligação "Trabalho e Desenvolvimento" formado pelas siglas PTN-PR-PSDC-PRTB-PHS-PTC. Miguel Lombardi (PR) O corretor de imóveis, do PR, Miguel Lombardi, declarou em sua prestação de contas possuir um patrimônio avaliado em R$ 158 mil. Ele pertence a coligação PTN-PR-PSDC-PRTB-PHS-PTC. "Trabalho e Desenvolvimento" Nelson Caldeiras (PT) O vereador de segundo mandato consecutivo na Câmara, Nelson Caldeiras, da coligação "Frente Democratica e Popular", compostas pelo PT e PSB, declarou não possuir bens. Nilce Segalla (PTB) A delegada informou não ter o que declarar à Justiça Eleitoral. Tarcílio Bosco (PSB) O vereador Tarcílio Bosco, que trocou o PDT pelo PSB, integra a coligação "Frente Democrática e Popular". Bosco declarou ter um Volkswagen como patrimônio que estaria avaliado em R$ 21 mil. Lucineis Aparecida Bogo Conhecida como Lu Bogo, da coligação "Trabalho e Desenvolvimento", dos partidos PTN, PR, PSDC, PRTB, PHS, PTC, declarou R$ 13.500. (A vereadora assumiu a vaga após a morte do vereador Marco Cover (PDT). Quinta-feira, Setembro 04, 2008
Máquina arrecadatória: PMDB arrecada R$ 100 mil para campanha O PMDB é a sigla mais rica entre os partidos que disputam vaga na Câmara Municipal. A máquina arrecadatória do partido, fracionado na mãos de caciques como José Henrique Pilon, Sérgio Sterzo e Orlando Zovico, conseguiu encher os cofres em R$ 100 mil no início da campanha. Desse total, os peemedebista já queimaram R$ 67 mil. O saque serviu para alimentar 'outros candidatos' (não especificado) e a 'outros partidos políticos'. O partido, aliado do governo Silvio Félix (PDT), recebeu dinheiro de pessoas físicas e recursos de partido político.Os dados constam no relatório do Comitê Financeiro Municipal para Vereador apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Pelos dados divulgados pelo Tribunal, o PR, capitaneado pelo vereador Miguel Lombardi, embolsou do fundo partidário R$ 2.800. Somadas com outras quantias recebidas por 'pessoas físicas' a poupança do PR atingiu módicos R$ 3400. O partido gastou a maior parte desse dinheiro com material impresso (R$ 2800) e demais com despesa com mão de obra (R$ 600). O PRP é o terceiro da lista. Recebeu a doação de R$ 550 e declarou ter gastos o mesmo valor. O recurso saiu do bolso de 'pessoa física'. Na primeira parcial de declaração realizado em agosto, o Comitê Financeiro Municipal para Vereador do PDT, declarou ter recebido a doação de R$ 250 cada. Dos 27 partidos que consta na lista do TSE, apenas esses divulgaram valores em agosto. Quarta-feira, Setembro 03, 2008
Nova prestação de contas saí no sábado; Félix liderou 1º parcial A segunda etapa de declaração dos gastos realizados pelos candidatos serão divulgados a partir desde sábados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A primeira parcial declarada no dia 9 de agosto, mostrou a movimentação de mais de R$ 60 mil pelos candidato a reeleição Silvio Félix (PDT). O pedetista despejou parte de seus recursos em anúncios em jornais impressos - principalmente na Gazeta de Limeira. Enquanto Félix recebia doações de pessoas jurídicas (provavelmente empresários aliados de dentro e fora do governo), o principal concorrente, Lusenrique Quintal (DEM), não havia declaro nenhum tipo de gastos com a campanha. O motivo pode estar relacionado a demorar da liberação do CNPJ ao candidato. Supunho. O candidato do PT, o sindicalista Osmar Lopes (PT), ter movimentado a quantia de R$ 500. Os demais candidatos não apresentaram nenhuma declaração. Terça-feira, Setembro 02, 2008
Candidatos esnobam campanha eleitoral na Web Com um candidato a reeleição com ampla vantagem na corrida eleitoral, um outro candidato com pouco tesão pelo páreo e um outro que está ai apenas para marcar posição, a campanha eleitoral na Internet nas eleições municipais em Limeira foi desprezada. Mesmo sem uma estatística formal sobre tema, sabe-se que a comunidade de internautas em Limeira sempre foi muito forte. Basta notar o volume de blogueiros, o número de pessoas em comunidades de relacionamento como Orkut em Limeira e o número de Lan House. Isso não quer dizer muita coisa do ponto vista formal, no entanto, no local há extratos tanto de produtores e consumidores de informações. Público apetitoso para candidatos sem muitos recursos para pôr campanhas de rua. É inacreditável, por exemplo, que o candidato do PT, o sindicalista Osmar Lopes, sequer tenha investido numa ferramenta tão barata. O PSol do psicólogo Samuel Gachet , poderia ao menos trazer informções do plataforma de governo e análises dos debates ocorridos. Aqueles que mantém páginas no ar, apenas reproduzem informações lançadas em outras mídias, principalmente a impressa e o vídeo. O que é lamentável. Tanto Lusenrique Quintal quanto Sílvio Félix não possuem material exclusivo para essa mídia específica. Um erro, ao considerar o impacto que ferramentas interativas dispostas no site podem produzir. O ponto can de ambos é estático e desatualizado - pura formalidade. Sequer a agenda dos candidatos é mantida em ordem, quando há informações, são vagas. Sequer há banco de imagens. Uma lástima. Mostra um primitivismo virtual. O desinteresse pela campanha virtual é resultado de quem considera-se eleito, caso de Silvio, e acomodado com a situação, caso do Quintal. Segunda-feira, Setembro 01, 2008
Seu Hilário Amy Winehouse sofreu a segunda overdose este ano. Eu fiquei preocupado. A Tatiana, minha vizinha de 16 anos, também tomou uma super dose. Eu não fiquei interessado. Só quem se aborrece com essa tragédia é mãe dela. O pai finge ficar em choque. Não mede esforço para que os outros ouçam ele dizer que a filha é viciada e chupa pinto de homens em troca de cocaína perto da Limeira-Piracicaba. Todo mundo na vizinhança sabe, porém, ninguém liga. Nem eu. Todos não têm coragem de dizer um isto ou um aquilo. Mas opinam e criticam. Assim como eu. Que nem quando a esposa do seu Hilário morreu. Todo mundo queria saber o motivo de antemão. Alguns até esqueceram de prestar condolências. Todos cobiçavam saber com exclusividade a causa mortis. O próprio velho Hilário só contou sobre o falecimento da esposa dois dias depois do acontecido. Uma atitude desprezada pelo grupo. Agora o Hilário passa o dia sentado eno toco de uma árvore em frente a casa dele. Havaina azul, daquelas antigas, rosto vermelho, cabelos brancos espetados e os aros retangulares. Hilário é um homem pela metade. Talvez seja uma réplica do toco que um dia foi árvore. Hilário passa boa parte da tarde sentado no toco, só sai quando o sereno vem expulsá-lo. Isso ele faz desde que a mulher dele morreu na semana passada. Trinta e sete anos de casados, dizem os vizinhos e completam: coitado. A pena, não consegue evoluir para o sentimento mais nobre de solidariedade. Para a acolhida. Não o chamam para jantar, para pescar ou conversar na calçada. Acham o isolamento o melhor comportamento. Ontem a Tatiana, a moça viciada em cocaína, passou do lado do seu Hilário e soltou uma gargalhada. Com a mão esquerda, puxou o shortinho de cotóm embutido no seu corpo experimentado, e com a outra segurava o celular. "Ela é uma vagabunda, prefiro a Amy do que a Madona". Seu Hilário fingiu não vê-la e teve pensamentos obscenos. Pelo menos ele esqueceu um pouco a culpa de ter matado a própria mulher. | ||||||