[ Paulo Corrêa é repórter.
Já sapecou tinta no lendário jornal "é!".
Militou para o jornal "O Esportista".
Traficou textos para o site Tiro&Queda.
Atuou na comunicação Sindicato dos
Metalúrgicos de Limeira e Região.
Escreveu para o Jornal de Limeira. Fez frila
para a Gazeta de Piracicaba, Valeparaibano e
hoje posa de blogueiro].
O adesismo do ex-presidente da Câmara, Marcos Francisco Camargo na campanha de reeleição do governo Silvio Félix (PDT) é uma faceta exemplar da funcionalidade utilitarismo que marcou essa eleição.
Após passar o primeiro semestre numa ofensiva denuncista contra o governo Félix, Camargo, de uma hora para outra, abraçou a reeleição do candidato do PDT.
O membro do PRP agiu como um incendiário postando opiniões sinuosas sobre dois buracos negros do governo Félix: os contratos com a construtora Prime e com a agência de publicidade ID Brasil.
Indignado, o assessor disparava forte suspeitas envovendo secretários e o próprio Félix.
Mas ai veio o segundo semestre e Marcos Francisco Camargo se convenceu que Félix faz o que precisa feito.
Mas disso tudo, é perceber o comportamento de Félix. Igualmente utilitarista.